Recuperação, cicatriz, retorno à rotina: o que esperar de Endoscopia da Coluna e Descompressão Discal a Laser

Dra e Paciente conversando sobre problema na coluna

A endoscopia da coluna e a descompressão discal a laser são soluções altamente eficazes para a dor nas costas, desde que bem indicadas e realizadas por médicos especialistas em técnicas minimamente invasivas.

No entanto, não é todo paciente que sabe o que são e o que esperar exatamente desses procedimentos. Esse é o seu caso? Então, confira aqui tudo o que você precisa saber sobre a descompressão endoscópica e descompressão discal a laser e se planeje melhor para essa etapa!

O que são endoscopia da coluna e descompressão discal a laser?

Ambos são procedimentos minimamente invasivos para tratar a dor nas costas. Mas não se engane: são técnicas diferentes. Descubra, a seguir, detalhes sobre cada uma:

Endoscopia da coluna

Também chamada de Cirurgia Endoscópica da Coluna ou Videoendoscopia da Coluna. É uma técnica menos invasiva que permite tratar hérnias de disco e compressões nervosas utilizando uma microcâmera e instrumentos delicados.

O acesso é feito por uma incisão de poucos centímetros, ao contrário da cirurgia convencional. Todo o procedimento é guiado por vídeo em tempo real, dando maior precisão e permitindo atuar no local exato do problema que provoca a dor nas costas.

Descompressão discal a laser 

Também chamado de Discectomia Percutânea a Laser (PLDD), é um procedimento minimamente invasivo que atua no disco intervertebral. Realiza-se a introdução de uma cânula com fibra óptica que transmite o raio laser no disco, reduzindo a pressão intradiscal, além de descomprimir a raiz nervosa.

Assim como na cirurgia endoscópica da coluna, a incisão é pequena e o processo de recuperação é mais tranquilo para o paciente, sobretudo em comparação a cirurgias tradicionais.

Portanto, mesmo que sejam procedimentos diferentes, a experiência do paciente é semelhante. São técnicas eficazes, que provocam mínima agressão de tecidos, menos dor e retorno mais rápido às atividades.

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Recuperação: o que esperar ao fazer endoscopia da coluna e descompressão discal a laser?

Quando o paciente sabe o que esperar no pós-operatório e processo de recuperação, ele se sente mais seguro, menos ansioso e consegue planejar sua rotina com praticidade. Confira, a seguir, o que acontece em diferentes períodos após o procedimento:

Primeiras 48 horas

O paciente tem alta no mesmo dia, por ser uma técnica minimamente invasiva. A incisão é pequena, o que resulta em uma menor agressão dos tecidos, contribuindo para uma recuperação mais tranquila.

A incisão é protegida por um curativo simples e o paciente deve seguir as orientações do médico sobre trocas e cuidados específicos. A dor costuma ser leve e fácil de ser controlada com analgésicos prescritos pelo cirurgião.

Por falar em medicamentos, o paciente deve tomá-los rigorosamente, conforme orientação do médico. Assim, é possível minimizar eventuais efeitos colaterais e riscos.

O paciente deve permanecer em repouso, mas é importante se movimentar, como caminhar pela casa. Não se recomenda pegar peso ou praticar exercícios. Volte a fazer essas atividades após liberação médica.

Primeira semana

Nessa fase, o paciente pode retornar gradualmente à rotina, dando preferência por fazer atividades leves. Caminhadas curtas e frequentes são incentivadas, e o paciente ainda deve evitar levantar peso, movimentos bruscos e esforço físico.

Também é possível notar uma diminuição gradativa em eventuais sintomas que apareceram nos primeiros dias, como a dor. Qualquer sintoma incomum nesse período deve ser comunicado imediatamente ao médico.

Primeiro mês

O médico pode liberar a realização de exercícios físicos de baixo impacto. A cicatriz começa a ficar menos visível e a tendência é que esse processo se conclua nos próximos meses. Também é possível identificar de maneira mais expressiva a melhora da dor, passando a ter maior qualidade de vida.

Um detalhe importante: cada organismo reage de forma única. Portanto, pode ser que você tenha um tempo de resposta e recuperação diferente ao de outra pessoa. O acompanhamento com o médico para dor nas costas é essencial para ajustar orientações individuais e esclarecer quaisquer dúvidas.

Perguntas frequentes sobre a recuperação

1. Como deve ser o curativo após a cirurgia coluna minimamente invasiva?

O curativo costuma ser simples, trocado a cada 24 a 48 horas, conforme orientação médica. Em muitos casos, o paciente pode usar curativos à prova d’água para facilitar o dia a dia. Converse com o seu médico.

2. Posso tomar banho normalmente?

Sim, geralmente a partir do segundo dia já é possível tomar banho, evitando molhar excessivamente o curativo.

3. Quais exercícios são seguros no início?

Os exercícios de baixo impacto, como caminhadas leves, são os mais indicados. Treinos de fortalecimento e academia só devem ser retomados com liberação médica.

4. Quais sinais de alerta devo observar?

Febre persistente, dor que não melhora com analgésicos, secreção no local da incisão ou perda de força nas pernas ou braços exigem contato imediato com o médico.

5. Quanto tempo dura a recuperação?

O tempo de recuperação é variável e pode levar de semanas a meses, conforme procedimento, idade do paciente e estado geral de saúde. O médico responsável pelo caso pode indicar com maior precisão um período médio.

6. Quais são os cuidados pós-operatórios mais importantes?

Seguir as orientações médicas, realizar o repouso pelo período indicado e cuidar do curativo conforme recomendação. Também se indica manter uma dieta balanceada e beber mais água, e comparecer às consultas de retorno para acompanhamento.

7. Como fica a cicatriz?

A tendência é que seja pequena, porque a incisão para acesso da área é de poucos centímetros ou milímetros. Na etapa inicial da recuperação, pode ficar escurecida, mas clareia aos poucos, podendo passar despercebida após a cicatrização total.

NeuroSafe: a parceira ideal na jornada para tratar a dor nas costas

A NeuroSafe atua como parceira na jornada de tratamento, conectando o paciente ao médico para dor nas costas. E mais: viabiliza o procedimento minimamente invasivo com cobertura do convênio, reduzindo burocracia e custo para o paciente.

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